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Páscoa -O Paganismo na Comemoração da Páscoa Moderna


Os elementos pagãos estão introduzidos na moderna páscoa. Decerto que os tais tiraram o verdadeiro sentido da Páscoa descrita na Palavra de Deus, que foi cumprida em Cristo. Não podemos compactuar com tais coisas. Ressalta a Escritura: E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? [...] Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei (2Co 6.15-17). Páscoa comemorada com coelhos que botam olhos de chocolate não passa de caricatura do paganismo no seio da Igreja de Jesus. É fogo estranho na Seara do Senhor (Lv 10.1,2). Até mesmo à razão, está às escâncaras essa estupidez (1Co 14.20). Vamos estudá-los passo a passo.
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4 – O Coelho da Páscoa
a) O coelho. Os coelhos são encontrados em várias regiões do mundo. Eles são herbívoros, ou seja, alimentam-se de folhas, caules, raízes e alguns tipos de grãos. Algumas espécies tornam-se adultas aos seis meses de idade e dão quatro ninhadas por ano. O tempo de vida de um coelho está entre cinco e dez anos.

b) O coelho no Judaísmo. Era um animal imundo, portanto, sua carne não podia ser comida: E o coelho, porque remói, mas não tem as unhas fendidas, este vos será imundo (Lv 11.5).
Exame bíblico — A ciência moderna alega que o coelho não remói; “remoer” é sinônimo de “ruminar”. Ruminar, no entanto, é remastigar ou remoer os alimentos que voltam do estômago à boca. Pois bem, embora o coelho não rumine no sentido moderno e técnico desta expressão, para um observador, ele de fato tem um comportamento que faz parecer que esteja ruminando. Assim, ele foi relacionado junto com os outros animais que realmente ruminam para que qualquer um pudesse distingui-lo como imundo, pelo critério da observação. O coelho move o queixo de tal maneira, que é como se estivesse ruminando. A frase “porque remói” não deve ser tomada no sentido científico moderno, mas no sentido antigo de haver um movimento que, nas palavras de hoje, tanto pode ser a ruminação como a reflexão. Reflexão é o processo — muito semelhante à ruminação — em que certos alimentos vegetais indigestos absorvem certas bactérias e são engolidos de novo. ⁶
No tempo da Graça (Jo 1.17; Rm 6.14), Jesus declarou puras todas as comidas (Mc 7.17-23). Cristo cumpriu a Lei (Rm 10.4). Proibir a ingestão de carnes, hoje em dia, que eram proibidas na Lei, não passa de cauterização da consciência pela doutrina de demônios, uma vez que pela oração a alimentação é santificada (1Tm 4.1-5). A exceção, somente, é referente à carne sufocada e ao sangue (cf. At 15.28,29).


c) A simbologia do coelho. Por ser o coelho um animal capaz de gerar várias ninhadas no ano, simboliza, derivando-se das crenças místicas babilônicas, a fecundidade, a renovação e a vida nova.
Exame bíblico — Enquanto foi posto na Páscoa um animal que, desde os babilônicos, simbolizava a fecundidade, ele na verdade está tomando o lugar de Cristo ― o real sentido da Páscoa. O sentido transferiu-se inteiramente para a figura do coelho, ficando Jesus, o Cordeiro sacrificado (1Pd 1.19), de lado. “Cordeiro de Deus dá a idéia não só da inocência de Jesus, mas também dos seus sofrimentos de substituição. Foi Ele o cordeiro designado para o sacrifício pelo próprio Deus (Gn 22.8).” 7 O que o coelho tem a ver com a Páscoa? Cristo é o Cordeiro Pascoal (Jo 1.29,36), e não o “coelho da páscoa”. É a introdução da doutrina de demônios no arraial cristão (1Tm 4.1,2; Hb 13.9). Os costumes pagãos dos povos não podem estar de permeio na Igreja de Deus (Jr 10.3; 1Co 10.14,20,21), mas têm de ser rejeitados e combatidos (2Tm 4.2,3; Tt 1.9-11). Quem anseia tomar o lugar de Cristo é o Anticristo (1Jo 2.18). O prefixo anti, originalmente significa “no lugar de”, e depois, “contra”. 8 É justamente essa a representação do “coelho da páscoa” — tomar o lugar do sacrifício de Cristo e transferir a glória para si: O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus (2Ts 2.4).
O “coelho da páscoa” — que almeja tomar o lugar de Cristo — é um protótipo de como o Antagonista de Cristo (o Anticristo) governará o mundo na Grande Tribulação, logo após o Arrebatamento da Igreja (Ap 13.1-10; Lc 21.34-36). Outrossim, a imagem do coelho, na cultura pagã, como símbolo da renovação e da vida nova também não tem espaço na Palavra de Deus. O pecado degradou o homem à condenação (Rm 3.23; Sl 53.1-3). Deus providenciou o Cordeiro para ser sacrificado e substituir o pecador (Is 53.7-12; Ap 13.8). Afirma a Escritura: Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. E Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquEle que por eles morreu e ressuscitou... Deus estava em Cristo reconciliando Consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados (2Co 5.14,15,19). Portanto, a morte vicária do Senhor, para aqueles que a reconhecem e a aceitam, é a única que possui o poder de renovar o homem, fazendo-lhe um filho de Deus e concedendo-lhe a vida eterna. Isso, sim, pode transformar o ser humano numa nova criação! (Jo 1.4,12; 3.16; Tt 3.5; 2Co 5.17).
Enfim, toda espécie de culto pagão e diabólico — desde os tempos remotos, em torno da figura do coelho — é reduzido a cinzas pela verdade das Escrituras: Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade. Portanto, o que desde o princípio ouvistes permaneça em vós. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis no Filho e no Pai. Estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam (1Jo 2.21,24-26). Sabendo disso, um cristão nunca deve compactuar com o coelho de páscoa. Ele é figura do Anticristo e da doutrina de Satanás: Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância (1Pd 1.14; cf. 1Co 5.11).

d) A lenda do coelho da páscoa. Conta a lenda que uma mãe, sendo muito pobre e não tendo o que dar às crianças, no dia da Páscoa, resolveu pintar com cores vivas alguns ovos de galinha. Nesse dia, arrumou os ovos num ninho improvisado no fundo do quintal. Quando a criançada levantou, foi uma verdadeira surpresa: lá estavam eles, coloridos e lindos. Os aplausos, os risos e toda alegria dos meninos assustaram um coelho que estava às ocultas no terreno; este, pois, saltitando, afastou-se de perto deles. Eles disseram: “Ovos coloridos e lindos, tão diferentes dos outros, só podem ter sido botados por esse coelhinho.” Assim pensaram as crianças, e nascia a lenda que perdura até os dias atuais. ⁹ A tradição do “coelho da páscoa” foi trazida para a América em meados de 1700.
Exame bíblico — Tendo em vista que o “coelho da páscoa”, que é “ovíparo” (bota ovos), e não o coelho criado por Deus, cujo é herbívoro (que se alimenta de ervas ou de substâncias vegetais), tem seu fundamento numa lenda, e contrapõe a verdade sobre o Cordeiro Pascal descrito nas Escrituras, deve ser rejeitado inteiramente. Logo, a lenda do “coelho da páscoa” está guiando milhões de pessoas em outro pensamento acerca da Páscoa. Atualmente, pergunte a qualquer criança sobre a Páscoa; consequentemente, ouvi-la-á dizer: “Páscoa é coelhinho da páscoa, que bota ovos de chocolate”. Uma fé fingida está sendo exposta à humanidade. Um mito, uma invenção, uma heresia. O lugar do sacrifício de Cristo é tomado por um coelho (1Pd 1.18-20).
“Mito” está atrelado a lendas, a invenções, a folclores, o qual é mantido pela cultura popular, pela ênfase da tradição. A “verdade” associada à história e à realidade dos fatos. A fé cristã não se fundamenta em lendas, estórias ou invenções, mas na veridicidade dos fatos. Isso é corroborado na Bíblia: Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade (Jo 17.17); A Tua Palavra é a verdade desde o princípio, e cada um dos teus juízos dura para sempre (Sl 119.160); Em quem também vós estais, depois que ouvistes a Palavra da Verdade, o Evangelho da vossa salvação... (Ef 1.13); Disse Jesus: Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a Minha voz (Jo 18.37).
A Bíblia Sagrada — o Livro dos livros — é fundamentada terminantemente na verdade. Além de Ela ser a plena “Palavra de Deus” (Mc 7.13), a “Verdade” (Cl 1.5), a inerrante e totalmente inspirada pelo Espírito Santo (Jo 10.35; Lc 21.33; 2Pd 1.20,21), “existem 5.300 manuscritos gregos e porções, 10.000 da Vulgata Latina, e 9.300 de outras versões [...] [a] documentação bíblica maciça [...] abrange 24.000 porções de manuscritos, manuscritos inteiros, e versões, sendo que os fragmentos mais antigos datam entre 50 e 300 anos após o manuscrito original ter sido escrito. Nenhuma literatura antiga jamais forneceu tanto material para os historiadores e críticos textuais [...] Como [porém] o Novo Testamento pode ser possivelmente rejeitado, como sendo textualmente “não confiável” quando sua documentação é, pelo menos, 100 vezes maior do que a da literatura antiga — literatura esta amplamente aceita como confiável? Em outras palavras, aqueles que questionam a confiabilidade da Bíblia também devem questionar a confiabilidade de, virtualmente, todos os escritos antigos existentes no mundo! Aliás, descartar a Bíblia significa descartar toda a história antiga.” ¹º
Pelo fato de o “coelho ovíparo da páscoa” ser fundamentado em lendas, definitivamente o cristão precisa ter uma postura ortodoxa, “porque nenhuma mentira vem da verdade” (1Jo 2.21). Portanto, rejeite as fábulas profanas e de velhas. Exercite-se a si mesmo na piedade (1Tm 4.7). Por conta do “coelho da páscoa” muitos não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas (2Tm 4.4).
Finalmente, a Igreja de Cristo é testemunha da verdade que conduz à vida eterna — o sacrifício vicário de Cristo, mas não de fábulas e lendas engenhosas, isto é, de espíritos inventivos, as quais negam o fundamento da salvação, exemplarmente o coelho da páscoa — um protótipo do Anticristo, cujo anseia tomar o lugar da morte expiatória do Senhor Jesus no coração da humanidade: Pelo que não deixarei de exortar-vos sempre acerca destas coisas, ainda que bem as saibais, e estejais confirmados na presente verdade. Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas: mas nós mesmos vimos a Sua majestade (2Pd 1.12,16)


5 – Os Ovos de Páscoa



a) A ligação do ovo com o Ocultismo. Segundo os estudiosos, o ovo possui uma rigorosa ligação com o ocultismo de Babilônia. Ganhou teor religioso com os egípcios, foi agasalhado pelos europeus da Idade Média (período da história da Europa entre 476 — a queda do Império Romano — e 1453 — o limiar do Renascentismo), os quais se fundamentaram nos costumes chineses que, na festa da Primavera, enfeitavam e coloriam ovos como recordação do ciclo da renovação da vida. O símbolo da “renovação da vida” — para os tais — era expresso pelo ovo.

No século XVIII, a Igreja Católica Romana — sem nenhum amparo bíblico — adotou oficialmente o ovo como símbolo do ressurgimento de Cristo, a dar reconhecimento sagrado a um costume originalmente pagão. Por consequência, na Páscoa, o clero da Igreja de Roma começou a benzer ovos cozidos antes de distribuí-los aos fiéis.

Com o passar dos anos, os ovos cozidos obtiveram uma característica mais abrangente, pois, em torno de 1928, apareceram os ovos de chocolate; conseguintemente, foram industrializados e comercializados. Nos dias de hoje, os “ovos de páscoa” (como assim são chamados) tomaram o lugar dos ovos cozidos.

Exame bíblico — Ocultismo é o “termo moderno usado para descrever um amplo espectro de crenças geralmente ligadas a algum tipo de tradição secreta. As práticas ocultistas envolvem frequentemente magia ritualística, adivinhação e várias formas de espiritismo. O vocábulo ocultismo significa escondido ou que está escondido, implicando na necessidade de iniciação em uma tradição espírita e secreta.” ¹¹ Sem hipótese de contestação ou dúvida, as Santas Escrituras reprovam todos os ramos do Ocultismo (Dt 18.9-14; Is 8.19,20; Gl 5.20). A sentença de Deus torna-se dolorosa para os ocultistas, já que “os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus” (Gl 5.21), porque o fim dos feiticeiros (ocultistas, magos, espíritas, adivinhos, encantadores) “será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte” (Ap 21.8).

É certo que a fé cristã possui mistérios, que podem ser desvendados pelo Espírito de Deus (1Co 2.10-13); todavia, coisas ocultas que para o desvendamento recorrem-se à bruxaria, aos encantamentos, ao misticismo, à magia, às forças ocultas jamais procedem do Deus da Bíblia. Certamente, são obras das trevas que laçam e vendam a humanidade. Ao contrário disso, a Palavra de Deus abre os olhos do ser humano e o faz contemplar as maravilhas do Senhor (Sl 19.8); Ela é lâmpada e luz que iluminam os passos (Sl 119.105). Certa vez, Cristo disse: “Eu falei abertamente ao mundo; Eu sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se ajuntam, e nada disse em oculto” (Jo 18.20). Aí está a verdade, sempre posta às claras!
Não é de hoje que a Igreja Romana caiu no abismo da doutrina de demônios. Como pode uma igreja que se autointitula “a única igreja fundada por Cristo” (baita mentira!) usar o ovo como símbolo da ressurreição de Cristo? A realidade é outra: o ovo era símbolo do ciclo da renovação da vida — cujo enfatizava a doutrina pagã da reencarnação, a saber, o “ciclo infinito de nascimento, morte e renascimento, [...] ou seja, a alma, depois da morte do corpo físico ou o estado da existência material, não entra num estado final, mas volta ao ciclo de renascimentos.” ¹² Tal crença, em eras remotas, principiou-se em antigas civilizações idólatras, licenciosas, místicas e sem o conhecimento do único e verdadeiro Deus; algumas estão citadas acima. Atualmente, o reencarnacionismo é sustentado por grandes religiões (dentre elas o Hinduísmo e o Budismo (este último com algumas diferenças), pelo Espiritismo Kardecista e alguns de seus ramos. Ainda hoje, seitas e religiões pagãs se utilizam da figura do ovo para representar a doutrina da reencarnação, de sorte que o chamam de “Ovo Cósmico” ou “Ovo Primordial”. Por exemplo:

 

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