Pecado e as Suas Conseqüências-BLOG DESPERTAI

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O Pecado e as Suas Conseqüências
O Homem Sem Pecado
"Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança . . . Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou" (Gênesis 1:26-27). Intelectual, moral e fisicamente, Adão e Eva foram feitos à sua imagem.

Deus, que é Espírito, fez Adão como ele mesmo, quando "formou o espírito do homem dentro dele" (Zacarias 12:1). Mas você já pensou que Deus, à sua própria maneira, é capaz de ver, ouvir, cheirar e falar? Pelo menos é o que sugere Salmo 115:3-8. Os nossos atributos físicos, então, também levam algo da imagem de Deus.

Jeová não reteve nenhum bem da humanidade. Junto com poder e domínio, ele preparou um paraíso para ela viver. Ele até andou e falou com o homem numa comunhão irrestrita. Na verdade, o homem foi feito um pouco inferior a Deus e foi coroado de glória e majestade!

O Homem Recebeu o Poder de Escolher

"E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás" (Gênesis 2:16-17). Henry Morris disse: "Essa foi a prova mais simples que se possa imaginar da postura do homem para com o seu Criador. Será que ele 'confiaria e obedeceria' porque ele amava aquele que mostrou tanto amor por ele; ou será que duvidaria da bondade de Deus e se ressentiria do controle dele, rejeitando a sua palavra e lhe desobedecendo?" (The Genesis Record, p. 92). Para deixar clara a necessidade de obedecer, Deus fez acompanhar as mais terríveis conseqüências à sua ordem "Não comerás.". "Porque", diz ele, "no dia em que dela comeres, certamente morrerás" (Gênesis 2:17). Desde o começo, o salário do pecado era a morte (Romanos 6:23).

O Homem Escolheu o Pecado

Deus disse: "Certamente morrerás.". "Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrerás." (Gênesis 3:1-4). O diabo negou as palavra de Deus apregoando um pecado sem conseqüências.

Eva jamais pensou em perguntar-se como uma criatura inferior poderia saber mais que Deus! Ela foi crédula o bastante para crer que pudesse ser como Deus (um deus), conhecendo o bem e o mal apenas por comer do fruto proibido. Então, quando ela percebeu que a árvore era boa como fonte de alimento (a concupiscência da carne), que era agradável aos olhos (a concupiscência dos olhos) e a tornaria sábia (a soberba da vida), a tentação se mostrou irresistível. Com essa artimanha de planejar algo para enganá-la, o tentador conseguiu seduzi-la.

Meu amigo, fique atento: a velha serpente continua a enganar exatamente da mesma forma hoje! (1 João 2:15-17)

As Conseqüências do Pecado

Isaías 3:11 afirma: "Ai do perverso! Mal lhe irá; porque a sua paga será o que as suas próprias mãos fizeram". A primeira coisa que ocorreu com Adão e Eva é que os seus olhos foram abertos e souberam que estavam nus (Gênesis 3:7). Viram em seus corpos o potencial para o mal. A carne e o espírito lutariam pela supremacia no seu interior, e essa guerra mataria cada vida humana (Gálatas 5:17).

Culpados e envergonhados, usaram folhas de figueira para cobrir a sua nudez um do outro (Gênesis 3:7). Também, se esconderam entre as árvores da presença de Deus (Gênesis 3:8). A presença do Senhor dos exércitos sempre traz terror aos pecadores: eles "se esconderam nas cavernas e nos penhascos dos montes e disseram aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós e escondei-nos da face daquele que se assenta no trono, e da ira do Cordeiro" (Apocalipse 6:15-17). Almas impenitentes, atenção: "Horrível cousa é cair nas mãos do Deus vivo" (Hebreus 10:31).

Sendo afastados da presença de Deus, Adão e Eva, naquele dia, morreram espiritualmente. Pensem em tudo o que eles perderam! Eva tinha dito no coração: "Vou me fazer como o Altíssimo". Agindo assim, ela perdeu o direito ao esplendor do Paraíso. Decretaram-se maldições sobre ela (3:16), e sobre o homem (3:17-19). Ah, como caíram os valentes!

Sofrendo a morte espiritual, Adão e Eva também iniciaram o processo de morte física: "E, expulso o homem, colocou querubins ao oriente do jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida" (Gênesis 3:24). Por causa do pecado deles, o homem, a mulher e os filhos de todas as épocas voltariam ao pó: "Em Adão, todos morrem" (1 Coríntios 15:22).
- por Steve Kearney
Visão-Como Está a Sua ?

Visão-Como Está a Sua ?

Visão-Como Está a Sua ? Como Está a Sua Visão?
Muitos de nós usamos lentes corretivas. Eu mesmo tenho usado óculos desde a adolescência. A primeira vez que meus pais me levaram ao oftalmologista, eu mal havia percebido dificuldade em enxergar. A visão piora gradativamente de uma maneira praticamente imperceptível. Mas quando o problema é diagnosticado, a receita emitida e os óculos feitos, que diferença! Somente quando conseguimos focar a realidade, percebemos como estávamos perdendo muitas coisas.

Com tempo, e novamente de uma maneira tão gradativa que passa imperceptivelmente, as vistas pioram. Outro exame revela o problema. Outra receita é dada. Outras lentes trazem a mesma sensação de enxergar como não havia feito por um bom tempo.

Considere a comparação espiritual. Sem perceber, ficamos gradativamente míopes. Se não reconhecer o problema e receber tratamento, esta condição se torna fatal. A Bíblia usa esta figura para nos avisar da natureza enganadora do pecado.

O livro de Provérbios fala do perigo do adultério. A tendência do homem que cai na infidelidade é de imaginar um prazer escondido que não trará consequências. A verdade é outra. O homem adúltero é cego (Provérbios 5:20). Tanto a Bíblia como a experiência da vida nos lembram das consequências terríveis da infidelidade.

Jesus descreveu os guias espirituais da sua época: “Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco” (Mateus 15:14). A realidade é assustadora: o pecado engana (Hebreus 3:13).

Quando procuramos ajuda profissional com nossos problemas de visão, queremos duas coisas: diagnóstico e correção. Em termos espirituais, devemos procurar as mesmas duas coisas. Jesus deu um diagnóstico e ofereceu a cura à igreja de Laodiceia: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu. Aconselho-te que de mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Apocalipse 3:17-18). É especialmente importante observar quem vende o colírio necessário: Jesus Cristo! Até encarar a realidade do pecado e encontrar a única solução em Jesus, continuaremos com a visão distorcida. Vamos abrir os olhos e permitir que Jesus cure a nossa cegueira (Atos 28:25-28).

– por Dennis Allan
Estudo | Guia do Estudante-Lado de um Poço em Samaria

Estudo | Guia do Estudante-Lado de um Poço em Samaria

Ao Lado de um Poço em Samaria
Havia muitos poços em Samaria nos tempos de Jesus. Mas, nesse dia, certo poço seria usado de modo especial. Sem os fortes preconceitos raciais que perturbavam sua época, Jesus não hesitou em passar por Samaria quando via-java para a Galiléia. Um pouco ao sul de Sicar, a estrada se divide. Ali havia um poço, na terra que anteriormente pertenceu a Jacó e foi dada a José. Quando o grupo que viajava com Jesus chegou nesse lugar, todos estavam cansados da viagem. Ali Jesus fica e envia os discípulos a Sicar, para comprar alimento.
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Havia no Senhor um cansaço especial que deveríamos conhecer. É claro que, sendo completamente humano, havia a exaustão física natural. A pressão do tempo, das pessoas e as exigências do ensino cansariam qualquer pessoa. Mas para ele havia a presença fatigante do pecado S sempre o pecado! Para onde quer que olhasse o Filho de Deus, havia um pecado desafiando a sua divindade. E assim, uma mulher samaritana chega ao poço para tirar água. O pecado de sua vida Jesus conhece. Qualquer cansaço físico que ele sentisse teria que ser esquecido. Não há tempo para pensar em si. O poder que reside dentro dele para perdoar deve ser compartilhado com ela.

"Dá-me de beber", ele diz (João 4:7). A mulher fica espantada. "Como, sendo tu judeu, pedes de beber a mim, que sou mulher" (4:9). Ele responde: "Se conheceras o dom de Deus e quem é o que te pede: dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva" (4:10). Água da vida! Que é isso? Ela fica curiosa. "Onde, pois, tens a água viva?" (4:11). Para Jesus, é o "dom de Deus". Para ela era "aquela" água. Jesus está pensando espiritualmente S sobre o pecado dela e a necessidade do perdão. Ela está pensando fisicamente, querendo a água que satisfará para sempre a sua sede (4:15). Muito humano. Mas ele despertou uma curiosidade nela a ponto de fazer perguntas. É exatamente o que todo bom professor procura fazer. E os que realmente buscam a verdade corresponderão.

"És tu, porventura, maior do que Jacó, o nosso pai" (4:12). A resposta de Jesus é "sim", mas não o disse diretamente. Responde de modo que a faz pensar. "Aquele, porém, que beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água . . . será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna" (4:14). Aproveitando a curiosidade que despertou nela, ele se volta noutra direção. "Vai, chama teu marido" (4:16). Vamos aprender algo aqui. Ensinar bem não é só falar. Para ensinar bem é necessário que o aluno descubra "a verdade" por si só. Jesus poderia ter evitado toda essa "confusão" sobre a água da vida se simplesmente tivesse falado claramente. Mas não fez isso. Os que estão aprendendo têm uma responsabilidade. Jesus está trabalhando. Está preparando o terreno S deixando-o pronto para o plantio. Essa mulher precisa ver a necessidade dela e ver "quem" ele é (4:10). É exatamente o que todos nós devemos perceber. Não basta levar as pessoas ao batistério. Elas precisam ver o pecado "delas" e a necessidade que "elas" têm de ser perdoadas, e que Jesus é o Salvador que pode e que vai satisfazer essa necessidade.

Quanto ao marido, a mulher declara não ter nenhum. Jesus agrada-se da resposta verdadeira e diz: "Cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido" (4:18). A percepção dela é rápida. "Vejo que tu és profeta" (4:19) S não "o profeta", mas "profeta". Ainda não chegou lá, mas está aprendendo. Ela faz uma declaração sobre a adoração. Manifesta a necessidade que ela vê em sua própria vida de adorar e adorar corretamente. O começo da conversão consiste em reconhecer que necessitamos de Deus. O bom ensino levou-a a expressar isso.

A resposta de Jesus lhe fez dizer "Eu sei . . . que há de vir o Messias . . . quando ele vier . . ." (4:25). Mulher, ele está bem diante de você! Quantas vezes deixamos de ver o óbvio. Mas ela o disse, e agora é a vez de Jesus. "Eu o sou, eu que falo contigo" (4:26). Nesse momento retornam os discípulos, e ela, esquecendo o balde, volta entusiasmada para Sicar, anunciando a todos: "Vinde comigo e vede . . . Será este, porventura, o Cristo?!" (4:29). Ele não é mais apenas "profeta"!

O Senhor não está mais preocupado com a comida. A oportunidade de ensinar supera qualquer cansaço, satisfaz mais que comer, não é nenhum fardo (4:34). Ele está radiante! "Não dizeis vós que ainda há quatro meses até à ceifa?" Antes, "erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa" (4:35). Ele diz aos discípulos que retornavam que não é hora de se preocuparem em encher o estômago. Prioridades! E lhes diz mais alguma coisa. Não importa quem semeia e quem colhe. A colheita do evangelho é um esforço conjunto. Apenas se alegre de fazer parte dele (4:36-38).

Assim vieram os samaritanos. E ouviram. E creram, "porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo" (4:40-42). Muitas coisas aconteceram no poço aquele dia S coisas com que Jacó e José só poderiam "sonhar" (Gênesis 28:10-17; 37:1-11; 49:22-26)!


- por Ronny E. Hinds
Neemias-É importante orar e planejar antes de agir

Neemias-É importante orar e planejar antes de agir


O inverno estava chegando em 445 a.C., e Neemias estava na cidadela em Susã, a sede do governo persa. Uma geração antes, no mesmo lugar, Ester e Mordecai conseguiram salvar os judeus da matança tramada por Hamã. Neemias estava entre os judeus que ainda moravam fora do seu país, mesmo 90 anos depois da volta de Zorobabel para reconstruir o templo e povoar novamente a cidade de Jerusalém. Neemias foi copeiro do rei, uma pessoa respeitada pelo homem mais poderoso do mundo.
Neemias-É importante orar e planejar antes de agir
Hanani fez a viagem de 1.600 quilômetros de Jerusalém a Susã para visitar seu irmão, Neemias. As notícias que ele levou entristeceram Neemias. Hanani disse que o povo de Jerusalém encontrava-se numa situação precária e insegura, sujeito às agressões dos povos que controlavam as regiões adjacentes à cidade.

Neemias, extremamente preocupado com o bem-estar dos seus parentes e compatriotas, chorou, jejuou e orou ao Senhor. Ele baseou suas petições nas grandes promessas de Deus, certo da fidelidade de Deus em cumprir a sua palavra. Pediu que Deus estivesse com ele diante do rei da Pérsia.

Lição: Devemos buscar a vontade de Deus e o bem de seu povo.

Quatro meses depois, já no início da primavera, Neemias teve sua oportunidade de agir. O rei Artaxerxes percebeu a tristeza de seu copeiro, e perguntou o motivo. Neemias explicou a sua preocupação com o povo em Jerusalém. Quando o rei ofereceu ajuda, Neemias orou a Deus e fez seus pedidos ao rei: 1. Licença para ir a Jerusalém para reedificar a cidade, 2. Cartas para assegurar sua passagem pelas províncias no caminho, e 3. Autorização para o uso de madeiras da floresta na construção. Pela bondade de Deus, o rei deu tudo que Neemias pediu, e este partiu para Jerusalém.

Lição: É importante orar e planejar antes de agir.

A Vistoria da Obra (2:11-16)

Neemias chegou em Jerusalém sem fanfarra, e esperou três dias antes de começar o seu trabalho. Ele saiu de noite, levando poucos homens, sem anunciar o seu propósito. Naquela noite, Neemias percorreu a cidade de Jerusalém, fazendo vistoria das muralhas. Antes de dar alguma orientação ao povo, ele precisava entender a situação.

Lição: Devemos entender os problemas antes de propôr as soluções.

O Apelo ao Povo (2:17-18)

Depois de terminar sua vistoria, Neemias falou com o povo e fez seus apelos. Ele falou sobre 1. O problema – a miséria do povo, 2. A necessidade de agir para resolver o problema, e 3. A dependência em Deus para alcançar a solução.

Lição: Para resolver qualquer problema espiritual, precisamos considerar as mesmas três coisas.

A Resposta dos Judeus (2:18)

Neemias não pretendeu fazer a obra sozinho. Precisou da cooperação do povo para edificar as muralhas. Os judeus se mostraram dispostos e começaram os seus preparativos para o trabalho de construção.

Lição: O trabalho bem-sucedido no reino de Deus depende da nossa disposição e cooperação.

A Oposição (2:10,19-20)

Ao longo do relato da construção, há referências à oposição dos povos vizinhos. Eles não queriam deixar Jerusalém ficar forte e próspera, e fizeram tudo que foi possível para intimidar o povo e impedir a obra. Neemias não cedeu à pressão dos adversários. Ele confiou em Deus, e recusou dar ouvidos aos adversários. Eles até sugeriram que o trabalho fosse ilegal, procurando provocar medo de problemas com o governo, mas Neemias não cedeu. Deus estava com ele, e as ameaças dos adversários não impediriam o trabalho do Senhor (6:9). Em outras épocas da história bíblica, os servos do Senhor enfrentaram perseguições severas, até levando à morte de vários discípulos. Mas confiaram no Senhor e prosseguiam na obra, apesar das ameaças reais dos inimigos. “Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Apocalipse 12:11).

Lição: Deus é mais forte do que todos os seus adversários. Se confiarmos nele, teremos bom êxito no trabalho.

A Cooperação Prática na Obra (3:1-32)

O capítulo três de Neemias, na minha opinião, é o mais bonito do livro. A primeira vista, pode não perceber a beleza dele, pois contém uma lista de nomes e detalhes geográficos. Mas estes nomes e referências a lugares mostram como cada família e cada pessoa contribuíram à obra de construção. Uma família assumiu a responsabilidade de edificar um trecho do muro, enquanto outra ergueu o próximo. Do sumo sacerdote e maiorais do povo aos residentes comuns de Jerusalém e de outras cidades judaicas, o povo pôs a mão à massa e trabalhou dia e noite. Neemias comentou sobre este espírito de cooperação: “Assim, edificamos o muro... porque o povo tinha ânimo para trabalhar” (4:6). Quantas vezes falhamos em nosso trabalho diante do Senhor por motivo de desânimo? O dever precisa vencer o desânimo!

Lição: Devemos ser servos humildes – todos nós – dispostos e ativos no trabalho de Deus.

A Proteção Divina e a Responsabilidade Humana (4:1-23)

Devido à disposição do povo para trabalhar, as muralhas chegaram à metade de sua altura, e começaram a fechar as brechas. Neemias ouviu que os inimigos se preparavam para atacar a cidade. A reação dele mostra uma atitude excelente de fé e responsabilidade: “Porém nós oramos ao nosso Deus e, como proteção, pusemos guarda contra eles, de dia e de noite” (4:9). Quando enfrentamos desafios na vida, não devemos ficar de braços cruzados. Devemos fazer o que podemos, dentro dos papéis definidos pelo Senhor, para resolver os problemas. Por outro lado, seria tolice achar que todas as soluções se encontram em nossas mãos. Devemos, como Neemias, orar ao Senhor e confiar nele para cuidar das coisas que são maiores do que nós.

Lição: O servo de Deus vive pela fé e ora sem cessar, mas não foge da responsabilidade de cumprir os seus deveres.

A Luta pela Família (4:12-14)

Quando Neemias organizou os trabalhadores para se defenderem contra os adversários, ele chamou todos a pelejarem pelas próprias famílias (4:14). O desejo de salvar as próprias famílias motivou os judeus a trabalharem e vigiarem constantemente. Deve ter o mesmo efeito em nossas vidas. Mas as ameaças maiores hoje são os ataques espirituais que o Adversário faz constantemente, bombardeando as nossas famílias com tentações que ameaçam nos levar à perdição.

Lição: Pelejemos pela família!

A Obra Terminada (6:15-16)

Depois de duas gerações de empecilhos e desculpas, Neemias e o povo se dispuseram a trabalhar e realizaram a obra em apenas 52 dias! Quantas vezes procrastinamos e imaginamos muitos motivos para não fazer o nosso dever, quando o trabalho em si poderia ser realizado em pouco tempo?

Lição: Deixemos de lado as nossas desculpas. Mãos ao trabalho!

Neemias e o povo de Judá aceitaram o desafio e realizaram uma obra importante na construção dos muros de Jerusalém. Aprendemos muitas lições importantes do bom exemplo deles.

–por Dennis Allan
Como devem os cristãos disciplinar seus filhos?-BLOG DESPERTAI

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Pais Ensinam seus Filhos sobre a Verdade Absoluta
A adestradora de tigres em um zoológico subiu em uma mesa enquanto explicou para a plateia seu motivo. Antes de pedir para o tigre pular para esta mesa, ela precisou mostrar que a mesa era forte o bastante para sustentar seu peso. O tigre não pularia para um objeto que não fosse sólido.

Pessoas precisam de fundamentos sólidos, também. Um motorista quer saber que os freios do carro funcionam. Um pedreiro precisa confiar na escada ou andaime que apoia seu peso. Ninguém atravessa uma ponte sem acreditar que ela suporta a carga.

Quando se trata das questões mais importantes, assuntos que envolvem vida ou morte, precisamos ter bases sólidas. Pais criam filhos hoje num ambiente de incertezas. No contexto sociopolítico, somos bombardeados por dúvidas e mudanças de convicções em função do capricho de opinião pública e as agendas políticas dos partidos dominantes. O sistema educacional se torna ferramenta dos políticos que procuram formar a opinião dos cidadãos por meio da doutrinação desde a infância. Nesse meio de areia movediça moral, os pais que servem ao Senhor educam seus filhos e procuram inculcar neles princípios sólidos que servirão como âncora espiritual durante o resto da vida.

A humildade reconhece as limitações humanas e admite que não sabemos tudo e que não somos donos da verdade. A arrogância conclui, porém, que a nossa incapacidade de compreender significa que verdades absolutas não existem e não devem ser buscadas.

A abordagem bíblica é simples e clara. Quando se trata das coisas mais importantes, das respostas às dúvidas espirituais que envolvem a vida e a morte, a verdade existe, e cada pessoa deve procurar conhecê-la. Os pais devem entender esses fatos e ajudar seus filhos a buscar e aceitar a verdade.

Davi, o segundo rei de Israel, achou sua âncora quando enfrentou as incertezas da vida e as ciladas armadas pelos seus adversários: “Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade” (Salmo 31:5). Em contraste com os ídolos inúteis, os falsos deuses adorados por outros, Davi reconheceu o único verdadeiro Deus como a fonte da verdade eterna e absoluta. Outro salmo diz: “As tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos teus justos juízos dura para sempre” (Salmo 119:160). Nossos filhos precisam conhecer o mesmo Deus. Davi, o segundo rei de Israel, achou sua âncora quando enfrentou as incertezas da vida e as ciladas armadas pelos seus adversários: “Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade” (Salmo 31:5). Em contraste com os ídolos inúteis, os falsos deuses adorados por outros, Davi reconheceu o único verdadeiro Deus como a fonte da verdade eterna e absoluta. Outro salmo diz: “As tuas palavras são em tudo verdade desde o princípio, e cada um dos teus justos juízos dura para sempre” (Salmo 119:160). Nossos filhos precisam conhecer o mesmo Deus.

Reconhecer a grandeza do infinito Deus é admitir a eternidade da sua palavra. Esse fato é frisado em Isaías 40:6-8 no seu contexto, e ampliado pelo apóstolo Pedro na aplicação à verdade eterna apresentada no evangelho: “pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente. Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor; a palavra do Senhor, porém, permanece eternamente. Ora, esta é a palavra que vos foi evangelizada” (1 Pedro 1:23-25). Jesus apresentou sua própria palavra como a verdade libertadora: “Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:31-32).

Na certeza dessa verdade absoluta e única, os pais devem instruir seus filhos e lhes dar a oportunidade de conhecer o Eterno Pai, o Filho que veio ao mundo para nos salvar, e sua palavra que serve como instrumento da libertação. Seus filhos não precisam ser vítimas das incertezas de um mundo sem rumo e sem âncora. Paulo comunicou esse desejo para seus filhos espirituais quando ele escreveu: “até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo” (Efésios 4:13-15).

-por Dennis Allan

Mulheres-Um Desafio Especial

Mulheres-Um Desafio Especial

Muitas mulheres sofrem a tristeza de saber que seus esposos não estão servindo o Senhor. Talvez você seja convertida a Cristo, mas seu esposo ainda resiste ao evangelho. O que fazer agora? Pedro responde a esta pergunta: "Do mesmo modo, esposas, sujeitem-se a seus maridos, a fim de que, se alguns deles não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavras, pelo procedi-mento de suas es-posas, observando a conduta honesta e respeitosa de vocês" (1 Pedro 3:1-2, NVI). Nos versículos que seguem (3-6), ele fala sobre como a mulher devota deve conduzir-se. Não tente impressionar seu esposo com atitudes e modas mundanas.Mulheres-Um Desafio Especial

Aqui estão algumas poucas sugestões específicas de como ajudar seu esposo a aceitar o Senhor:

1. Evite censurar e criticar (Provérbios 21:9). Isto só fará com que ele desgoste de você e rejeite o Deus que você serve.

2. Agrade-o e mostre seu amor (Tito 2:4). A verdadeira cristã será uma esposa melhor do que antes. Ela estará mais atenta ao seu esposo e suas necessidades.

3. Seja uma boa dona de casa (Tito 2:5). Seja diligente com o seu trabalho domés-tico, cuide de sua família e continue a ler a Bíblia e a orar. É difícil, mas não impossível, conciliar estes vários deveres.

4. Leia 1 Coríntios 13:4-7 freqüentemente, até mesmo diariamente. Pratique cuidadosamente o que estes versículos ensinam.

5. Submeta-se a seu esposo em tudo, desde que ele não exija que você desobedeça a Deus. (Colossenses 3:18; Efésios 5:22-24; Atos 5:29). Ele entenderá melhor como submeter-se à autoridade de Deus se você lhe mostrar que pode ser submissa a ele. Se ele pedir a você que faça o que é errado, explique bondosamente sua determinação a colocar Deus em primeiro lugar, e não se abale dessa convicção.

6. Mantenha seu auto-domínio e seja paciente (Provérbios 16:32; 2 Pedro 3:9). Pode levar anos para abrandar seu coração teimoso. Enquanto ele estiver vivo, há esperança.

7. Ore constantemente (1 Tessalonicenses 5:17).
– por Dennis Allan
666-Numerologia Entenda o significado

666-Numerologia Entenda o significado




"Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é número de um homem, e o número é seiscentos e sessenta e seis." [Apocalipse 13:18]

Hoje, estaremos seguindo a ordem de Jesus nessa passagem, pois veremos como os ocultistas treinados calculam seus números. Antes de iniciarmos, seria bom você ter uma caneta e uma folha de papel para fazer algumas anotações. Escreva os meses como números literais. Por exemplo, abril deve ser escrito como 4.

Estaremos utilizando três livros ocultistas neste estudo: The Occult Power of Numbers, de W. Wescott; The Secret of the Illuminati, de Elizabeth Van Buren; e Magic Symbols, de Frederick Goodman.

Entenda numerologia 

Em agosto de 1990, o presidente norte-americano George Bush condenou a invasão do Kuwait pelo Iraque, declarando solenemente, "Esta invasão ameaça a Nova Ordem Mundial". Foi uma revelação chocante, porque esse termo permanecia secreto desde 1776. Podemos agora concluir que o Plano para implementar a Nova Ordem Mundial deve estar perto de ser cumprido, pois seus líderes começaram a anunciá-lo publicamente. Naquele ponto, em agosto de 1990, o mundo estava no limiar da Nova Ordem Mundial. Quanto tempo falta para o mundo realmente entrar por esta porta? Para entender essa questão crítica, precisamos compreender como o ocultista crê e pensa no que se refere à implementação real de um Plano. Sempre que um ocultista contempla uma ação, procura determinar com exatidão o tempo mais propício e vantajoso. Ele consultará seu astrólogo, as cartas do Tarô, e várias formas de adivinhação. Ele acredita literalmente que o sucesso ou a falha de um Plano depende tanto do momento correto da implementação quanto de qualquer outro fator. Esse processo chama-se "adivinhação". Um ocultista torna-se bem previsível depois que você compreende seus padrões de raciocínio e a estrutura da sua crença.

Um dos nossos objetivos hoje é compreender como um ocultista pensa quando está contemplando qualquer ação determinada. Discutiremos então os objetivos ocultistas originais que os Mestres dos Illuminati e os pais fundadores compartilharam para os EUA. Vamos iniciar com as crenças de adivinhação dos ocultistas.

A adivinhação é defina no Novo Dicionário Aurélio como "Interpretação de eventos passados, presentes ou futuros, segundo um conjunto culturalmente codificado de meios e técnicas postos em operação pelo adivinho." Como dissemos anteriormente, nenhum ocultista tentará alguma ação importante sem primeiro determinar o tempo mais auspicioso para realizar a ação. Esse esforço para determinar o tempo correto para uma ação é cumprido em dias e horários precisos. Um bom exemplo é o suicídio de Adolf Hitler. Hitler escolheu a data 30 de abril de 1945 para seu suicídio, porque era o primeiro dos dias sagrados na primavera pagã [no hemisfério norte]; escolheu 3:30 da tarde porque, de acordo com a doutrina ocultista, essa combinação de três apresentava para ele o horário mais conveniente de partir desta vida e reingressar no ciclo de reencarnação. Observe o triplo três que está presente aqui. 30 de abril contém o primeiro três; 3 horas da tarde contém o segundo três, e 30 minutos contém o três final. Hitler estava envolvido em um típico comportamento ocultista, escolhendo o horário da sua morte de uma maneira bem precisa e numérica.

Por que os ocultistas fazem isso? Todos eles adoram a natureza e partes da natureza, em vez de adorarem ao Criador. O apóstolo Paulo diz essa verdade em Romanos 1:25. Os ocultistas não somente adoram as coisas criadas, mas adoram aos deuses das forças, em cumprimento direto da profecia de Daniel 11:38. Assim, adoram o conhecimento científico, especialmente a matemática; acreditam que certos números possuem poderes mágicos; até que maior poder pode ser liberado quando esses números sagrados são usados em uma determinada combinação. Um autor ocultista, Wescott, diz: "Os números são uma chave para as antigas visões da cosmogonia (referente à criação do universo)... espiritualmente e fisicamente... todos os sistemas de misticismo religioso baseiam-se em números." [pág. 15] Além disso, os ocultistas acreditam que "nos números estejam depositados os segredos do universo" [Van Buren, pág. 42] Os números são literalmente adorados.

Vamos iniciar com um rápido estudo dos seis números que os ocultistas consideram sagrados, e que possuem grande poder individualmente e maior poder ainda quando usados em combinação. Essa crença de combinar números envolve dois exercícios. Primeiro, os ocultistas simplesmente agrupam os números sagrados para criar um novo conjunto de números poderosos.

Toda essa atividade cumpre dois propósitos. Primeiro, grande poder é supostamente liberado quando um ocultista utiliza os números sagrados corretos ao realizar sua ação planejada. Em segundo lugar, quando um novo número é criado ou por multiplicação, adição, ou simplesmente agrupando-se números sagrados, esse novo número torna-se um número ocultista, que informa ao ocultista iniciado o que está acontecendo, e ao mesmo tempo oculta as informações dos não-iniciados.

1. Três (3) é o primeiro número sagrado, o primeiro número perfeito [Wescott, 41]. Três representa a Trindade Pagã [Wescott, pág. 37] Ele é representado geometricamente no triângulo, e espiritualmente como o Terceiro Olho do hinduísmo. Os ocultistas multiplicam e adicionam três aos outros números sagrados para criar novos números. Entretanto, também agrupam três em grupos de dois ou de três, pois acreditam no princípio da "intensificação", isto é, que grande poder é obtido quando um número sagrado é agrupado. No caso do três, uma maior intensificação é obtida quando ele é mostrado como 33 ou 333. Quando Hitler cometeu suicídio, organizou os detalhes do horário de modo a criar um três triplicado (333). Você pode ver como 333 formou a estrutura para essa ocasião da mais alta importância? Logicamente, 333 + 333 = 666. Os ocultistas usam 333 como um símbolo oculto pelo qual apresentam o número mais ofensivo 666. Quando os detalhes de um evento são assim organizados, de forma a conter certos números ocultistas sagrados ou combinações numéricas, essa é literalmente a assinatura ocultista de um evento. Somente os ocultistas reconhecerão essa assinatura.

Finalmente, os três são organizados para representar 666 quando são mostrados em pares. Matematicamente, 666 pode ser criado quando três pares de três são somados. Assim (3+3) + (3+3) + (3+3). Agora, elimine os parênteses e os sinais de mais, e terá 33 espaço 33 espaço 33, representando o número 666. Lembre-se desse fato, pois assumirá proporções gigantescas em instantes.

2. Seis (6) é o próximo número sagrado, representando o número da alma do homem [Wescot, pág. 66]. Isso mostra o poder onipotente de Deus, pois essa crença é paralela à passagem em Apocalipse 13:18, em que Deus atribui 666 ao homem e ao homem do pecado final, a Besta. Seis também é considerado como "todo-suficiente". Isso também está em paralelo com o ensino bíblico, que diz que o grande pecado do homem é o orgulho de si mesmo.

Se o algarismo seis individualmente é considerado poderoso, então assim também o agrupamento dele como 66 ou 666. Entretanto, os ocultistas também pegam 666 e multiplicam os três números, obtendo 216. Wescott explica, "De acordo com os pitagóricos, após um período de 216 anos... todas as coisas são regeneradas", incluindo o homem. A alma de cada pessoa seria regenerada, ou renascida precisamente 216 anos após sua morte. Lembre-se desse valor, pois os ocultistas atribuem muitas das mesmas características dos indivíduos às nações.

3. Sete (7) é um número sagrado. Van Buren chama o sete de "um dos mais sagrados de todos os números... o Centro Invisível, o Espírito de tudo" [pág. 39]. Acredita-se que o sete literalmente governe todos os aspectos do universo, a partir do próprio corpo do homem, para os corpos do universo, e para as questões espirituais. Como a multiplicação de sete cria um número sagrado ainda mais poderoso, não devemos estar surpresos que 3x7, ou 21, seja considerado um número poderosíssimo.

Assim, quando Adam Weishaupt formou os Mestres dos Illuminati, escolheu o dia do evento organizando os números de uma maneira que formasse números poderosos. Ele escolheu Primeiro de Maio, porque maio é o quinto (5) mês, somado com o primeiro dia, é igual a seis. Weishaupt escolheu 1776 porque os quatro algarismos somados dão 21 (1+7+7+6). Além disso, 6+21=27, outro número de poder porque é formado pela multiplicação de 3x9. Essa data foi escolhida com muito cuidado por Weishaupt; ele acreditava que o Plano estaria condenado ao fracasso se não fosse executado em um dia numericamente auspicioso.

4. Nove (9) é sagrado porque é o "primeiro cubo de um número ímpar (3)" [Van Buren, págs. 40-41]. Nove também contém muitas propriedades matemáticas singulares, mas o tempo não nos permitirá examiná-las aqui.

Espiritualmente, nove é o número da "morte para si mesmo para renascer em Espírito" [pág. 41]. Essa é uma falsificação satânica para o novo nascimento.

Finalmente, o nove triplicado (999) é utilizado para representar 666, pois é simplesmente a inversão de 666.

5. Onze (11) é um número sagrado, embora represente "... tudo o que é pecaminoso, prejudicial e imperfeito" [Wescott, pág. 100]. Quando onze é multiplicado pelo número perfeito 3, produz 33, um número de tremenda importância no ocultismo. Em 1933, Adolf Hitler e o presidente norte-americano Franklin D. Roosevelt chegaram ao poder. Ambos estavam comprometidos com o estabelecimento da Nova Ordem Mundial, e suas ações tiveram um grande impacto na humanidade. Foi também em 1933 que ocorreu a publicação do Primeiro Manifesto Humanista. Você vê como Satanás manipulou a história mundial para produzir três eventos da Nova Ordem Mundial em 1933? Assim, um 333 poderoso serviu como estrutura para eventos mundiais naquele ano.

6. Treze (13) é considerado sagrado porque é formado pela adição do seis (o número da alma do homem) com sete (um dos números perfeitos) Entretanto, 13 é o número que Deus atribuiu a Satanás. Mencionei anteriormente que os Dias Sagrados na primavera pagã são 30 de abril e primeiro de maio. Agora, some os números que formam essas datas (3+4=7; 5+1=6; quando você soma seis com sete, obtém treze, o número de Satanás).

Também não foi acidente que Hitler escolhesse o ano 1939 para iniciar a Segunda Guerra Mundial, porque 39 é formado pela multiplicação de 13x3. Assim, você pode ver como a história humana tem sido moldada pela crença ocultista no poder dos números. Existem muitos exemplos que requereriam o tempo e os recursos disponíveis em um seminário para explorá-los em profundidade. Entretanto, quero examinar o efeito na história que a crença no poder do número 21 produziu. Relacionarei esses anos no século XX em que a adição dos números é igual a 21, e veremos como a história tem sido moldada.

Acontecimentos

1929 — A Bolsa de Valores de Nova York foi propositadamente levada ao colapso em uma terça-feira (o terceiro dia da semana), em 24 de outubro, produzindo algumas das maiores mudanças sociais em um curto espaço de tempo. A Grande Depressão certamente avançou a causa da Nova Ordem Mundial. Antes da Depressão, as pessoas confiavam grandemente na Iniciativa Privada e em sua própria iniciativa privada especificamente. Elas também queriam a mínima interferência governamental quanto possível. Após a Depressão, essa atitude mudou dramaticamente. As pessoas passaram a desconfiar dos grandes negócios e a esperar que o governo federal resolvesse seus problemas e que fosse a rede de segurança que as protegesse da calamidade. Como a Nova Ordem Mundial está planejada para ser a maior e mais restritiva na história mundial, essa mudança nas atitudes foi crítica.

1938 — Hitler escolheu esse ano para iniciar seu Holocausto contra os judeus durante um reino de terror que começou em 9 de novembro, a chamada Kristallnacht. Interessantemente, 9 de novembro soma onze [9+1+1]. Após sete anos de assassinato em massa, 18 milhões de pessoas tinham morrido, incluindo 6 milhões de judeus. Esses seis milhões representavam dois terços da população judaica mundial na época. Os judeus também ficaram sob perseguição na Itália e na Áustria; até a Inglaterra voltou-se contra os judeus quando anunciou o adiamento da partição da Palestina, conforme previsto na Declaração de Balfour. Esse foi o ano em que o primeiro-ministro britânico Chamberlain apaziguou Hitler em Munique, fazendo-lhe concessões e definindo o cenário para a Segunda Guerra Mundial. Chamberlain anunciou que tinha obtido a "Paz no nosso tempo" [James Trager, The People's Chronology, pág. 936].

1947 — Dois grandes eventos ocorreram que avançaram poderosamente a Nova Ordem Mundial. O presidente Truman anunciou o gigantesco Plano Marshall para reconstruir a Europa e o Japão. Esse plano foi a primeira aplicação do conceito de "Redistribuição de Patrimônio" da Nova Ordem Mundial. Em seguida, o GATT [Acordo Geral Sobre Tarifas e Comércio] foi criado [Trager, pág. 998]. Desde então, os acordos firmados sob o GATT permitiram o estabelecimento da economia globalizada que vemos atualmente; no entanto, muitas pessoas ignoraram totalmente as ações do GATT.

1956 — Israel luta a segunda guerra para garantir sua sobrevivência. As tropas das Nações Unidas desembarcam no Oriente Médio para pôr fim à guerra árabe-israelense. Essa foi a segunda vez que a ONU recorreu à força para pôr fim a um conflito, estabelecendo melhor o precedente que a soberania de uma nação pode ser violada por decisão da ONU [Trager].

1965 — O presidente norte-americano Lyndon Johnson envolve os EUA em uma guerra de grande escala no Vietnã. Essa ação iniciou a maior transformação da sociedade norte-americana na história, conforme detalhamos em nossos Seminários [que podem ser adquiridos em fitas cassetes visitando-se o site The Cutting Edge] A guerra do Vietnã avançou grandemente a causa da Nova Ordem Mundial. O presidente Johnson também anunciou seu programa "A Grande Sociedade", que começou a injetar bilhões de dólares em projetos de bem-estar social. Esse programa foi a primeira aplicação doméstica da planejada "Redistribuição do Patrimônio" nos EUA.

1974 — Outro passo gigantesco ocorreu quando a ONU aprovou a "Carta dos Direitos e Deveres Econômicos". Essa carta codificou muitas das planejadas transformações econômicas e políticas que constituem a Nova Ordem Mundial.

1992 — Em 31 de dezembro de 1992, a Comunidade Econômica Européia foi oficialmente estabelecida, marcando um dos mais interessantes cumprimentos da profecia bíblica na história recente. A Europa Ocidental foi a primeira supernação estabelecida de acordo com o Plano da Nova Ordem Mundial, que prevê a reorganização do mundo em exatamente dez supernações econômicas. Essa reorganização foi completada em 1996 e cumpriu Daniel 2:41-43 e 7:7-8.

Aplicando esse conhecimento à história, você pode destrinçar um dos maiores mistérios históricos do século XX. Os historiadores sempre se perguntaram, confusos, por que os Aliados esperaram vários meses para invadir a Normandia, após todos os preparativos estarem prontos. Eles poderiam ter invadido antes naquele ano, mas aguardaram até 6 de junho de 1944 para invadir, e depois levaram a cabo a invasão embora o tempo tivesse virado e se tornado totalmente desfavorável, aparentemente requerendo o adiamento do ataque. O ditador soviético Stalin pediu que os Aliados atacassem a Normandia antes, pois estava perdendo milhares de soldados todos os dias.

Por que os Aliados deliberadamente esperaram até o dia 6 de junho para atacar? O significado ocultista dos números nos dá a resposta:
Junho é o sexto mês do ano, de modo que corresponde a: 6
O ataque foi realizado no sexto dia do mês: 6
Os algarismos do ano, 1944, somados dão: 18 (6+6+6)

Assim, a data da invasão deu aos líderes ocultistas dos EUA e da Grã-Bretanha dois conjuntos de números criticamente importantes, um 66 e um 666. Os ocultistas crêem que '6' seja o número do homem, '66' seja o número do governo máximo do homem, e que o Senhor '666', o Anticristo, encabeçará esse governo perfeito. A Segunda Guerra Mundial foi uma das três guerras mundiais que os ocultistas aprendem que serão necessárias para preparar o Anticristo [leia o artigo N1015, "O Plano Demoníaco de Albert Pike Para a Implantação da Nova Ordem Mundial"].

A invasão da Normandia foi o golpe fundamental dos Aliados que colocou posteriormente a Alemanha de joelhos. A data escolhida revelou a todos os ocultistas do mundo que aquela invasão estava sendo realizada em apoio a esse esforço de produzir o Anticristo. O resto da história você conhece.

Precisamos agora voltar para o início da história americana, e estudar o plano ocultista para os EUA. A maioria dos ocultistas compartilha a crença que um país avançado espiritualmente, chamado Atlântida, existiu aproximadamente 12.000 anos atrás. Os cidadãos desse país eram chamados de arianos; eles possuíam conhecimentos científicos e uma civilização avançada. Os cidadãos desse país também possuíam poderes mágicos. Os arianos eram conhecidos como a Quinta Raça-Raiz quando a Atlântida foi destruída. Os ocultistas crêem que uma nova Sexta Raça-Raiz está evoluindo e que uma nova Atlântida será criada. Pennick observa que essa nova Atlântida seria conhecida como Nova Ordem Mundial. [pág. 127].

Para expandir essa evolução "inevitável", os líderes ocultistas na Europa e na América do Norte, no fim do século XVIII, executaram o plano satânico original concebido na última década do século XVI pela rainha Elizabeth I e por Sir Francis Bacon, de estabelecer uma Nova Atlântida no Sétimo Continente da América do Norte. A autora Van Buren descreve esse objetivo claramente na página 143 de seu livro The Secret of the Illuminati, "Há um destino secreto e imutável planejado para a humanidade, que não é reconhecido nem imaginado em sonhos pelas massas. O continente norte-americano foi escolhido como a terra da comunidade democrática dos Estados... antes de Colombo chegar às praias do Novo Mundo." Os líderes ocultistas norte-americanos Washington, Jefferson e Franklin, planejaram estabelecer os EUA como uma Nova Atlântida. Eles esconderam esse plano de forma muito engenhosa, criando uma estrutura de números ocultistas dentro dos novos símbolos da nação. Somente os outros ocultistas reconheceriam a verdade.

A declaração de Independência foi proclamada quando existiam treze Estados. A bandeira pôde então ser confeccionada com treze estrelas e com treze faixas.

O Grande Selo dos EUA foi criado com muitos trezes ocultos.

A pirâmide é formada por treze níveis de pedras.
As palavras acima e abaixo da pirâmide, mais os numerais romanos no primeiro nível, contêm 39 caracteres, que é formado pela multiplicação dos números sagrados 3 e 13.
*

Da mesma forma, a águia contém trezes ocultos: 13 folhas nos ramos da oliveira e 13 setas.

Vamos agora examinar a data da Declaração de Independência americana, 4 de julho de 1776. Já demonstramos como 1776 soma 21. No entanto, 4 de julho também forma um número sagrado. Julho é o sétimo mês, que, quando somado ao quarto dia, é igual a onze.

Como os pais fundadores da nação americana planejavam a criação da Nova Atlântida, decidiram agendar a Declaração de Independência em relação ao primeiro Dia Sagrado na primavera pagã do hemisfério norte, em 30 de abril. Existem exatamente 66 dias entre 30 de abril e 4 de julho. O número 66 é um número sagrado importantíssimo por duas razões críticas:

1. É uma dupla intensificação do número sagrado seis;
2. É formado pela multiplicação dos dois números sagrados, seis e onze.

Sessenta e seis é também importante na contagem de Deus. O autor cristão E. W. Bullinger observa em seu livro, Number in Scripture, que o número 66 tem uma relação com a estátua do rei Nabucodonosor; essa estátua tinha 60 côvados de altura de 6 côvados de largura [Daniel 3:1]. Deus organizou esse evento de tal forma que o número 66 formava a estrutura da estátua. Bullinger conclui que os dois seis estejam conectados com o orgulho do homem de um "domínio absoluto". Esse significado é uma perfeita concordância com o estabelecimento da Nova Ordem Mundial; quando ela estiver estabelecida, representará a mais alta realização do homem em estabelecer o domínio absoluto na terra. Essa estátua também é um tipo da imagem final do Anticristo, diante da qual as pessoas de todo o mundo se encurvarão para adorar, outro paralelo perfeito com os planos da Nova Ordem Mundial.

A Nova Atlântida, os EUA, deveria ser uma democracia representativa esclarecida. Os EUA deveriam mostrar para o resto do mundo o caminho para a Nova Ordem Mundial final. Vamos agora permitir que a autora Van Buren descreva o cenário planejado para a Nova Atlântida. "O destino dos EUA era ser a Atlântida... Em todas as coisas existem ciclos de nascimento e de morte; o que foi, voltará a ser..."

Os pais fundadores da nação americana, liderados por Washington, Jefferson e Franklin, calcularam que poderiam estabelecer os EUA precisamente 66 dias após o início do feriado pagão, 30 de abril. A visão deles era que os EUA se tornassem a Nova Atlântida e liderasse o restante do mundo para a forma final de governo, a Nova Ordem Mundial. É por isso que a pirâmide do Grande Selo está incompleta; o sistema de Governo que eles estabeleceram não era a forma final prevista. No entanto, para o propósito deste estudo, você vê como eles planejaram o nascimento dos EUA com base em uma estrutura de números ocultistas? Qualquer ocultista treinado no mundo compreende esse significado ocultista, mas o não-treinado deixa-o passar totalmente desapercebido.

Isso nos traz a este ano na história mundial. Embora os EUA tenham sido estabelecidos como a Nova Atlântida, foram concebidos para durar somente um período especificado de tempo. Para simbolizar esse terrível plano final para os EUA, os pais fundadores da nação norte-americana escolheram secretamente a ave Fênix, dos mistérios satânicos egípcios, como símbolo nacional. Segundo a crença nesses mistérios, a Fênix vive por quinhentos anos e depois imola-se, seu corpo pega fogo e transforma-se em um montão de cinzas. No entanto, imediatamente, uma nova Fênix ressurge das cinzas. Os EUA foram estabelecidos em 1766, um ano que produziu um '21', para iniciar sua vida nacional, na conclusão da qual deve retornar às cinzas. A partir dessas cinzas, uma nova Fênix deverá surgir, produzindo uma forma final de governo, a Nova Ordem Mundial.

Veja como a autora Van Buren descreve esse cenário planejado, "Chegamos ao tempo em que muitos americanos, como novos atlantes, estão recebendo o chamado... O tempo é curto! Crie sua Arca e coloque nela, como semente para a época futura, tudo aquilo que for digno de um Novo Mundo!! Leve o sonho da Irmandade Entre os Homens, pois foi o seu país que tomou os primeiros passos em busca desse ideal... Não tema, pois das cinzas da Nova Atlântida surgirá, em muitas partes do mundo, um povo consciente da sua unidade com a Atlântida e com a América. Ele ajudará a criar uma democracia de Estados mundiais sob um único governo que dominará o mundo inteiro com Amor e com Sabedoria." [pág. 150].

São palavras soberbas, pois Van Buren está predizendo nada menos que a destruição do nosso sistema de governo para que a Nova Ordem Mundial possa emergir. Ela declara em seu livro, publicado em 1982, que o tempo estava próximo para embarcar na arca. Certamente, vemos muitos sinais que indicam que o Plano para entrar oficialmente na Nova Ordem Mundial esteja próximo de ser implementado. Já detalhamos muitos desses eventos em artigos anteriores, de modo que não precisamos repeti-los aqui. Basta dizer que o mundo está caminhando depressa para um sistema de governo, economia e de religião globalizado, como nunca antes. Os atuais líderes norte-americanos, sejam democratas sejam republicanos, estão igualmente comprometidos com essa Nova Ordem Mundial; como tal, o comprometimento deles é com o vindouro Reino do Anticristo, não com os Estados Unidos da América. Não se deixe enganar nesse ponto.

Acredito que o mundo encontre-se em uma encruzilhada.

Hoje, Israel está no precipício de uma guerra contra seus vizinhos árabes, uma situação que provavelmente cumprirá a visão demoníaca que Albert Pike teve em 1870 [veja os detalhes lendo o artigo referido anteriormente], que previu a necessidade de três guerras mundiais para preparar o aparecimento do Anticristo. Essa visão demoníaca previu que a Terceira Guerra Mundial iniciaria entre Israel e seus vizinhos árabes. O Anticristo surgirá caminhando a partir do meio da poeira, da fumaça e das cinzas produzidas por essa guerra.

Diversos autores da Nova Ordem Mundial descrevem que o período de tempo que precede imediatamente a real implementação conterá os eventos encontrados em Mateus 24:

Guerras e rumores de guerra (verso 6);

Fomes e terremotos em diversos locais;

Multiplicação da iniqüidade (verso 12);

Plano para afundar a sociedade com grandes aflições e problemas. Os autores escrevem sobre crises internacionais e pânico interno. O efeito pretendido é apavorar as pessoas, para que aceitem o novo sistema governamental da Nova Ordem Mundial e do Anticristo, quando ele entrar em cena.

Além disso, o Plano prevê um pânico global, levando as pessoas a aceitarem a perda do governo democrático e de suas liberdades individuais em troca de uma "promessa" de retorno à normalidade quando a situação melhorar. O autor de Nova Era Bill Cooper descreve como será o pacote de eventos, em seu livro Behold a Pale Horse [leia a resenha].

"...uma guerra mundial curta, porém muito mortal, com o uso de armas nucleares contra concentrações selecionadas de população foi contemplada, e... não foi descartada... Você pode imaginar o que acontecerá se Los Angeles for destruída por um terremoto de nove graus, a cidade de Nova York for destruída por um artefato nuclear plantado por um grupo terrorista, a Terceira Guerra Mundial irromper no Oriente Médio, os bancos e as Bolsas de Valores entrarem em colapso, extraterrestres aterrissarem nos jardins da Casa Branca, houver um colapso na produção e na distribuição de alimentos, algumas pessoas desaparecerem, o Messias apresentar-se ao mundo, e tudo isso em um período muito curto de tempo?" [pág. 177].

Esse é o Plano da Nova Ordem Mundial, e seu cumprimento nunca pareceu mais provável, mais real. Este momento atual na história parece ser o mais lógico para a inauguração da Nova Ordem Mundial. A única questão é saber se Deus permitirá que isso ocorra em breve ou não. Precisamos estar alertas, cautelosos e ativos, trabalhando para Jesus , mais agora do que nunca antes.

Artigo extraído do site: Espada.eti.br

Deserto-simboliza tentação e prova

Deserto-simboliza tentação e prova




Para o deserto
Desde o êxodo, o deserto simboliza tentação e prova. Para em tudo ser semelhante a seus irmãos, Jesus teve um confronto com o diabo no deserto (estude Mateus 4:1-11; Lucas 4:1-13; Hebreus 2:14-18). Embora Jesus tenha sido tentado em tudo, nenhuma vez se rendeu. Seu exemplo nos mostra de que forma podemos vencer o diabo.



Satanás usou uma estratégia tríplice. Primeiramente, ele adequou as suas tentações àquilo em que Cristo pudesse mostrar-se vulnerável. Ele tentou a Jesus no seu ponto mais fraco -- tentou levá-lo a usar indevidamente o seu poder para fazer pão num momento em que se achava faminto. Em segundo lugar, Satanás citou as Escrituras. Isso revestia a tentação com uma camada fina de virtude. Sendo o próprio diabo um citador experimentado das Escrituras, devemos acautelar-nos de ingenuamente acreditar em qualquer pessoa só porque ela "conhece a Bíblia". Em terceiro lugar, na "tentação do reino", Satanás mostrou que estava disposto a oferecer qualquer coisa para ganhar a alma de Jesus. Se você tiver um preço pelo qual você venderia a sua alma, Satanás terá prazer em pagá-lo.

Jesus mostrou como vencer a tentação. Em primeiro lugar, ele citou a própria Escritura cada vez que deu uma resposta. Em tempos de crises, ter a palavra de Deus em nosso coração é que faz a diferença entre a vitória e o fracasso (Salmo 119:11). Em segundo lugar, Jesus não cedeu. Ele jamais fez o que sabia ser errado. Uma vez que Jesus em todo momento se recusou a pecar, Satanás decidiu por fim deixá-lo por um tempo. "Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tiago 4:7).

Jesus mostrou o caminho à vitória sobre a tentação. Vamos segui-lo?

por Gary Fisher

Você é salvo?Muitos tentarão e não conseguirão

Você é salvo?Muitos tentarão e não conseguirão


Você é salvo?
Jesus pregava de vila em vila, quando um homem lhe perguntou: “Senhor, são poucos os que são salvos?” (Lucas 13:23). Essa é uma pergunta interessante. Muitos perguntam quantas pessoas serão salvas. Em outras ocasiões, Jesus disse que haveria apenas poucas (Mateus 7:13-14). Mas desta vez, ele não responde à pergunta. Jesus revê a questão em vez de dizer quantos serão salvos. Jesus diz: “Esforçai-vos por entrar” (Lucas 13:24). Na verdade, não importa muito quantos serão salvos. O importante é se sou salvo ou não. Se 99% do mundo fosse salvo, mas eu não, eu não estaria lucrando com isso. E se somente 5 pessoas fossem salvas e eu fosse uma delas, o dia do juízo seria de grande alegria para mim. Assim, Jesus insistiu que o homem se esforçasse por entrar. A palavra esforçar significa aplicar intenso esforço. Era a palavra usada em referência ao esforço do atleta para ganhar. O céu não é algo que devemos buscar com desânimo; é algo para ser buscado com vigor.


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Jesus apresenta quatro motivos, em Lucas 13:23-30, por que devemos nos esforçar para ser salvos.

1. Muitos tentarão e não conseguirão. Nem todos que desejam ir para o céu ou mesmo tentam chegar lá conseguirão. Esse é o príncipio que explica o grande esforço do atleta. Nem todos ganham a corrida.

2. Jesus avisou que existe um prazo. Após se fechar a porta da salvação, ela jamais será reaberta.

3. Alguns pensam estar salvos sem verdadeiramente estarem. Essa possibilidade aterradora deveria motivar-me a me certificar cuidadosamente da minha salvação.

4. As conseqüências são espantosas. Ou seremos lançados em horrenda agonia, ou desfrutaremos a mesa do jantar no céu. “Esforçai-vos por entrar...”

–por Gary Fisher