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A prática de ignorar a tendência anti-Israel nas Nações Unidas está mudando

A prática de ignorar a tendência anti-Israel nas Nações Unidas está mudando.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, mais uma vez elogiou a administração Trump e a embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikki Haley, por defender Israel na Assembleia Geral nesta quarta-feira.
Haley fez seu discurso em defesa de Israel, condenando os esforços anti-Israel da ONU após a Assembleia Geral ter votado uma resolução alegando que Israel tem usado força excessiva contra os palestinos em Gaza. A resolução não menciona o Hamas, mesmo após os esforços dos EUA em incluir uma condenação ao Hamas na mesma resolução. Dos 193 membros, 120 votaram a favor, 8 contra e 45 se abstiveram.

Haley chamou a resolução de anti-Israel, declarando na quarta-feira que, “diante dos terroristas do Hamas, que incitam a violência diariamente disparando mais de cem foguetes em comunidades israelenses e atacando até mesmo nos pontos de fronteira por onde chega ajuda humanitária a Gaza, hoje a ONU fez o julgamento moralmente falido de que a recente violência em Gaza é totalmente culpa de Israel. Não é de se estranhar que ninguém leve a ONU a sério como uma força de paz para o Oriente Médio. Mas a prática comum de ignorar a tendência anti-Israel nas Nações Unidas está mudando”.
A prática de ignorar a tendência anti-Israel nas Nações Unidas está mudando

Ela, no entanto, destacou uma mudança na ONU declarando que “hoje, a pluralidade de 62 países votou a favor dos esforços liderados pelos EUA em lidar com a responsabilidade do Hamas pelas condições desastrosas em Gaza. Tínhamos mais países do lado certo do que do lado errado. Por meio de seus votos, estes países reconheceram que a paz só será atingida quando realidades forem reconhecidas, incluindo os interesses legítimos de Israel e a necessidade de pôr um fim ao terrorismo do Hamas”.

O primeiro-ministro Netanyahu enviou uma declaração por meio de seu escritório focando a Assembleia Geral e o apoio dos Estados Unidos a Israel nesta quinta-feira. Ele declarou: “Israel agradece o apoio firme da administração Trump a Israel nas Nações Unidas e a declaração forte da embaixadora Haley expondo a hipocrisia do preconceito da ONU contra Israel. O foco incessante da ONU em Israel não apenas envergonha esta organização, mas também desvia a atenção de muitos outros assuntos urgentes que exigem a atenção da comunidade internacional”.

Sobre Gaza ele disse: “O Hamas é responsável pela situação terrível ali e pela perda de vida e sofrimento que têm ocorrido como resultado dos protestos violentos que o próprio Hamas tem instigado nas últimas semanas. Ao invés de melhorar a vida do povo de Gaza, o Hamas está usando a população civil palestina como um escudo humano em sua incessante guerra de terror contra Israel”. Ele criticou o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Abbas, por tornar a crise humanitária “pior, reduzindo os pagamentos salariais em Gaza e recusando-se a pagar pela eletricidade fornecida a Gaza”.

O primeiro-ministro também falou da permanente assistência aos palestinos na crise humanitária na Faixa de Gaza. “Embora Israel continue a se defender e proteger a segurança de seus cidadãos, Israel vai continuar a buscar meios de melhorar a situação humanitária em Gaza. O povo de Gaza não é nosso inimigo. O Hamas é.”

Ele confirmou que vai se encontrar com Jared Kushner e Jason Greenblatt, os enviados especiais de Trump ao Oriente Médio, e com o embaixador americano em Israel, David Friedman, na próxima semana. As autoridades vão discutir “maneiras de avançar a paz entre israelenses e palestinos, assim como entre Israel e o mundo árabe”. — Amir Tsarfati